Um gesto para cada momento
O baralho reage à posição do cursor. Nada se abre até você decidir escrever.
Em repouso, uma tira fina
O baralho dorme como uma faixa de poucos pixels na borda da tela. Sem janela, sem ícone no Dock, nada consumindo memória em segundo plano.
Ao chegar perto, ele se abre
As notas se espalham em cascata, uma a uma, cada uma mostrando sua cor e o título na aba. Você reconhece qual é qual antes mesmo de clicar.
Ao clicar, ela vem até você
A nota desliza para fora do baralho em tamanho real. Comece a digitar — o texto é salvo sozinho um quarto de segundo depois que você para.
Aparece sozinho, se atualiza sozinho
Detalhes pensados para o ManuNotes sumir do seu caminho — e ainda assim estar sempre pronto quando você precisa dele.
Liga com o Mac
Launch at Login vem ativado por padrão: depois de reiniciar, o pill volta sozinho para a borda da tela, sem precisar abrir o app de novo.
Atualiza sozinho
A cada abertura, o ManuNotes confere se há uma versão nova no GitHub. Se houver, ele pergunta antes — e só baixa e instala com sua confirmação.
Fecha com um clique
Passe o mouse sobre o pill e um pequeno "X" aparece abaixo do "+" — fecha o app sem precisar abrir o menu de clique direito.
Janela como as outras
Os três pontinhos de cada nota funcionam de verdade: fecham, escondem (recupere pelo baralho) ou expandem a nota, como em qualquer janela do Mac.
Guardada, não apagada
Arquivar tira a nota da borda sem tirá-la da sua vida. Ela mantém a cor, as datas e continua aparecendo na busca.
Continua na busca
Título, corpo e etiquetas ficam indexados — uma nota arquivada está sempre a uma busca de distância.
Fora do caminho
Sai da borda para o baralho ficar curto e mostrar só o que você está usando agora.
Um atalho de volta
⌥⌘L abre o arquivo inteiro para reler uma nota antiga ou trazê-la de volta ao baralho.
Tudo numa lista só
⌥⌘A abre todas as suas notas numa janela: busque, filtre entre ativas e arquivadas, selecione quantas quiser e exporte.
Suas notas não saem do seu Mac
Não existe conta, nuvem ou servidor guardando o que você escreve. Tudo fica num banco local, e o texto de cada nota é criptografado antes de tocar o disco.
Criptografada em repouso
O corpo de cada nota usa AES-GCM. A chave vive no seu chaveiro do macOS, só neste dispositivo.
Zero telemetria
Nenhum evento de uso, nenhum crash report, nenhum SDK de terceiro embutido no app.
Sem conta, sem nuvem
Tudo fica num banco SQLite local. Nada é enviado, sincronizado ou espelhado em servidor nenhum.
Sem permissões extras
Não pede Acessibilidade, Monitoramento de entrada nem Gravação de tela — nunca.
Uma chamada de rede
Só a verificação de atualização fala com o GitHub, e sempre pergunta antes de instalar. O conteúdo das notas nunca sai da máquina.
Sem ícone no Dock
Roda como app de acessório: nada na barra de menu, nada no Dock. Só o pill na borda da tela.
Perguntas frequentes
Sim. O ManuNotes é gratuito, sem conta, sem período de teste e sem compra dentro do app. O download é feito diretamente pelo GitHub Releases.
O ManuNotes ainda não é notarizado pela Apple (isso exige uma assinatura paga), então o Gatekeeper avisa na primeira abertura de um app baixado pelo navegador. Pra abrir: vá em Ajustes do Sistema → Privacidade e Segurança, role até a seção de segurança e clique em "Abrir Mesmo Assim" ao lado do ManuNotes — o botão só aparece depois da primeira tentativa bloqueada. Em versões mais antigas do macOS, clicar com o botão direito no app e escolher Abrir também funciona.
Sim, com o Launch at Login ativado (padrão), o ManuNotes se registra para abrir automaticamente depois que você faz login — sem precisar abri-lo manualmente. Dá para desligar no menu de clique direito do pill.
A cada abertura, o ManuNotes verifica se há uma versão mais nova no GitHub Releases. Se houver, ele pergunta antes de fazer qualquer coisa; com sua confirmação, baixa, instala e reinicia sozinho.
Sim, depois de ativar "Show over full-screen apps" no menu de clique direito do pill. O painel acompanha todos os Espaços em vez de ser gerenciado como uma janela comum.
Cada tela ganha seu próprio pill dormente na borda direita. Ele se abre naquele em que o cursor entrar, e continua ali enquanto você o usa.
O baralho mostra 8 por vez e agrupa o resto num bloco "+N". A janela "Todas as notas" mostra tudo. Como ficam num banco local, o limite real é o espaço em disco.
Não. Os atalhos globais usam a API de hotkey do sistema, que não exige permissão, e o pill reage às suas próprias áreas de detecção em vez de espiar o cursor globalmente.
Selecione notas em "Todas as notas" e exporte como Markdown (um .md por nota), texto simples, um arquivo único com tudo, ou um pacote .stickies que reimporta com cor, estado e datas intactos.
⌥⌘N cria uma nota, ⌥⌘A abre todas, ⌥⌘L abre o arquivo. Dentro de uma nota: Esc fecha, ⌘F busca, ⌘. troca a cor, ⌘⌫ apaga com 10 segundos para desfazer.
Feito para a Manu.
Bom para o seu Mac também.
Nasceu de um pedido bem específico: notas que parecessem de verdade e ficassem sempre à mão. Agora cabem na borda do seu Mac também.